Saúde
Anvisa nega relação entre paracetamol e autismo
Entidade declara que medicamento é seguro e não causa transtorno

Por: Isabela Almeida, Milena Domingues e Agência Brasil

OMS relata que não há evidências científicas conclusivas que confirmem ligação entre o remédio e o transtorno | Freepik

OMS relata que não há evidências científicas conclusivas que confirmem ligação entre o remédio e o transtorno | Freepik

Após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que relaciona o uso de analgésicos e antitérmicos à base de paracetamol no período de gravidez ao TEA (Transtorno do Espectro Autista), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirmou que o Brasil não tem registros de casos que associam o uso da medicação com o autismo.

“O Tylenol é causa do autismo? Mentira! Não existe nenhum estudo que comprove uma relação entre o paracetamol e o Tylenol com o autismo” – Alexandre Padilha

“Esse tipo de mentira coloca a sua vida e a vida do seu bebê em risco. A Organização Mundial de Saúde, a Anvisa, as principais agências internacionais de proteção à saúde, já deixaram claro: o paracetamol é medicação segura. Aliás, o autismo foi diagnosticado e identificado muito antes de existir paracetamol”, informou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em uma mensagem nas redes sociais, com intuito de tranquilizar a população.

No Brasil, o paracetamol é classificado como um medicamento de baixo risco e faz parte da lista de fármacos que não exigem receita médica. A liberação de remédios no país segue “critérios técnicos e científicos rigorosos”, de acordo com a agência.

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