
Ilustração do parasita que causa a doença | Divulgação: Centro de Controle Zoonoses-Niterói RJ
Conduzido pelo Instituto Butantã e pela USP (Universidade de São Paulo), um novo marco na ciência nacional foi atingido ao pesquisadores compreeender a genética do Schitosoma Mansoni, verme que é responsável pela esquistossomose, ou popularmente conhecido, barriga d’água, que afeta 1,5 milhões de pessoas em áreas tropicais e subtropicais.
A doença é mais comum em regiões de vulnerabilidade e pobreza, onde a ausência de saneamento básico contribui para sua propagação. A OMS (Organização Mundial da Saúde) classifica que a doença é negligenciada.
Publicado na revista acadêmica de ciência Non-conding RNA, a pesquisa utilizou um método de bioinformática, assim identificando o genoma dos parasitas. Logo, tratando a barria d’agua com tratamentos mais direcionados, antecipados e eficazes para a doença.
Atualmente, o tratamento só funciona com a doença já em um estado avançado, algo que pode ser prejudicial aos fígados, primeiros órgãos afetados. Em contraponto com esse estudo das instituições públicas, o tratamento da doença já poderia ser utilizado nos primeiros estágios esquistossomose.