Cultura
Festival do Rio celebra a importância do cinema nacional
Ao longo de dez dias, mais de 300 filmes foram exibidos

Por: Beatriz Falcão e Agência Brasil

Encerramento de 27° edição do Festival do Rio | Divulgação Anna Karina de Carvalho/ Agência Brasil

O cinema brasileiro foi o grande destaque da 27ª edição do Festival do Rio, evento que transmite filmes nacionais e internacionais premiados e que reafirmou sua vocação como espaço de resistência, encontro e celebração da arte brasileira.

Ao longo de dez dias, de 2 a 12 de outubro, mais de 300 filmes foram exibidos, e o festival atraiu milhares de amantes de cinema, além de atores e diretores. Das produções exibidas, 120 eram brasileiras, distribuídas entre mostras competitivas, estreias e retrospectivas.

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O principal prêmio do festival, o Troféu Redentor de Melhor Longa de Ficção, foi para Pequenas Criaturas, da diretora brasiliense Anne Pinheiro Guimarães. Com estreia mundial no festival, o longa será lançado nos cinemas no primeiro semestre de 2026, com distribuição da Filmes do Estação.

Na programação internacional, o festival inovou ao incluir categorias de voto popular para filmes estrangeiros. O Prêmio Félix Internacional foi para a produção australiana A Sapatona Galáctica, das diretoras Leela Varghese e Emma Hough-Hobbs. Já o prêmio de Melhor Documentário ficou com o brasileiro Allan Ribeiro, por Copacabana, 4 de Maio.

Com sessões esgotadas, debates e encontros de mercado no RioMarket, o Festival do Rio reafirmou seu papel como um dos principais eventos do audiovisual no país.

A 27ª edição termina celebrando a pluralidade e a força do cinema nacional — mais vivo e necessário do que nunca.

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